Da doçura do ar que adentra meus pulmões, sinto a paz...
Brinco agora com a bailarina branca nos raios de sol, poeirinhas brilhantes flutuam
Fecho meus olhos e brilhos de vaivém que me distraem, nessa calmaria flutuo.
Uma frestinha se abre, deixando passar a luz do seu olhar ao meu encontro
Tal como brisa fresca da manhã polinizou meus sonhos
A vida se abastece de vida e mais pedacinhos de vida
Seu semblante cheio de sonhos, acalma-me como um remanso, encontro apoio mesmo que me carregue no colo a plenitude
Longe ou perto, tanto faz, em algum momento fez-se a intersecção neste tabuleiro de casinhas brancas e pretas
Sigo agora para lá e você para acolá, tudo bem, é a vida e seus rumos.
Levamos conosco o que nunca ninguém e nada há de nos tirar e sabemos que crescemos o que nos cabia juntos, agora não somos mais papeis em branco, vamos colorindo nossas vidas e o mundo.
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